Não sei, só sei que foi assim
Recomeçando o blog, eu meio que faço questão de explicar algumas coisas, e a primeira delas é porque eu abandonei o meu primeiro blog. O Não sei, só sei que foi assim deu zique zira. Sério. Não sei porque, eu não conseguia mais criar postagens nele, o editor não abria em nenhuma das versões, e eu acabei deixando de escrever nele. Acontece que ele era assim uma grande parte da minha vida, de verdade. Se eu tava triste, eu postava uma poesia nele e NA HORA você ia saber que eu tava triste. Alguma coisa ruim aconteceu? Eu ficaria hooooras e mais horas escrevendo um texto imenso que quase ninguém lia rs mas mesmo assim era bom desabafar. Eu estava feliz? Lá ia mais uma poesia e uma foto do motivo da felicidade. Em suma, meu blog era um jeito de expor o que eu escrevia e uma forma disfarçada de diário. Por meio dele eu também conheci grandes escritores. Alguns eu infelizmente perdi contato, outros estão sempre comigo (em pensamento ou não).
Agora voltando e recomeçando um blog, eu quis muito explicar isso porque é estranho estar escrevendo em outro lugar. É muito estranho começar a compartilhar tantas coisas e tantos sentimentos assim do zero. E é também muito estranho ter que recomeçar, mas acho que isso vai me fazer bem. "Por que você não apaga o outro, Vih"? Primeiro porque sem passado não há presente e nem se faz futuro, então eu realmente não quero me desfazer dele; segundo porque não dá rs tem tanta coisa de mim lá que, se eu apagasse, eu me apagaria junto, sem brincadeira; e terceira, mas não menos importante: porque eu vou repostar textos antigos aqui também ;)
Enfim, mais uma vez obrigada pela atenção, talvez (beeeem provavelmente) no futuro ninguém pare pra ficar voltando as postagens e pra ler esse post em especial, mas é uma questão de honra ressaltar o quanto escrever faz parte de mim, e o quanto meu antigo blog também faz e vai fazer sempre. Talvez antigamente até fosse mais fácil sentar em frente a um computador ou abrir um caderno e começar a poetisar. Antigamente era bem mais fácil que as rimas achassem minha mão e meu papel, mas, como eu disse, escrever (principalmente poesias) é algo que faz de mim quem eu sou. Grande parte de mim. Não porque eu escreva bem ou porque eu seja um gênio, mas porque é por meio da escrita que eu consigo abrir meu coração para as pessoas. E também, por sorte minha, para alguns poucos eu sou constantemente poesia, e isso é o que faz meu dia. Espero que gostem daqui (:
Beijos rimados pra vocês
Vivian Pinto
Comentários
E a poesia da Batata frita? hahaha
Tantas coisas que te lá, nem pode excluir, não deixo não, fico magoada se fizer isso :P
Amei a ideia de repostagens, aposto que logo logo seus novos leitores vão amar.
Beijo vivi
Paz e Morangos
Acho importante renovar,mesmo continuando com o mesmo espaço,rs.
Fiquei tanto tempo off,mas sempre que posso dou uma volta por aqui e acolá,já começaste aqui dando um show de poesia,adorei "Andorinhas",enfim,passei pra dizer que estou bem,observando sempre que possível,doido pra conseguir publicar o que tá preso,mas uma hora sai,uma hora o cabelo cresce de novo e os dedos voltarão a ser nervosos,uma hora a gente volta a preencher este grande livro virtual,com nossa vida,nossos personagens e todo amor que se possa mostrar,saudade disso aqui,saudade de você,de Ceci,mas uma hora,um dia,ou noite sai,quem sabe?!
Abraços e parabéns por sua nova "residência",rs.
PS: retire esta confirmação de letras e números nos comentários,isto é muito chato,leia-se crítico para mim que sou quase cego :)