segunda-feira, 27 de abril de 2015

Agora operante

Quando a gente aprende alguma coisa, ficamos tão presos naquela coisa nova que esquecemos que temos tantos algos a mais pra conhecer.
Aprendi que não sou nada no meu tudo, e, por enquanto, é isso que martela noite e dia na minha cabeça.
E é verdade, agora.
Daqui a pouco eu talvez aprenda algo novo e essa condição de nada passe.
Por enquanto, porém, ela opera.

4 comentários:

Gugu Keller disse...

A aprender é o melhor a se aprender.
GK

PAULO TAMBURRO. disse...

VIVIAN,

é verdade, nos acostumamos inicialmente,aos notórios deslumbramentos daquilo que, o novo nos acena.

Apostamos tudo naquilo e parece até que morávamos em Marte, afinal ,como não ter percebido tão obvias razões e saídas?

Porém, precisamos fazer o mais difícil, ou seja colocarmos em prática as dádivas caídas no nosso colo e de repente poderemos nos surpreender que, ao invés de suaves blocos de algodão doce de benesses do destino, na realidade, eram pesadas toneladas de chumbo.

Algo novo sempre tem sempre que servir para alguma coisa ou para alguém.

Coisas novas velhas, não servem para nada.

Um abração carioca e cada vez gosto mais da sua forma de explicitar a vida!

Cadinho RoCo disse...

Este seu agora é de vastidão tão espetacular quanto cativante.
Cadinho RoCo

Bípede Implume disse...

Olá Vivian
Verdade mesmo.
Estamos sempre a aprender e estou como o filósofo: Só sei que nada sei.
Contudo o seu poder de síntese é maravilhoso... e também, cada vez gosto mais do que escreve.
Beijinhos.

PS Para os portugueses o 25 de Abril é sagrado. A Liberdade ficou a fazer parte das nossas vidas.
Mais beijinhos